Vocês já me conhecem um pouco de outras praias (visite “A Autora” e “A Ilustradora”). Aqui, vamos falar de outras coisas que faço, além de escrever e desenhar. Pode fuxicar que vale a pena!
- Ministro palestras sobre meu trabalho como autora, ilustradora, artista plástica, música, dramaturga etc. Nesse mundo de encontros virtuais, é super legal o cara a cara (coração a coração) com tantos(as) que, de repente, tem os mesmos sonhos da gente. Não foi nem uma nem vinte vezes que, depois de um papo desses, vocações afins afloraram com força total!
- Aceito encomendas de esquetes para variadas finalidades e ambientes (tipo festas de final de ano, homenagens ao chefe ou à diretora etc.). Pode-se ou não incluir a opção do esboço de figurinos e cenários, além de músicas.
- Faço contação de histórias, leitura de poemas, com ou sem intervenção de outras linguagens e invenções.
- Visito escolas que adotam meus livros. O livro adotado deverá ser trabalhado previamente pelos professores, a fim de que a produtividade e interatividade se tornem proveitosa para todos. Fundamental a presença de algum professor que possa, depois, partilhar a experiência com sua turma. Vida e afeto se dividem — e livros se compõem, entre outras coisas, disso aí! Contatos, neste caso em particular, devem ser feitos junto às Editoras Melhoramentos, Salesiana e Dimensão. Autógrafos se distribuem ao final do evento.
- E, finalmente, orquestro oficinas de criatividade para pais, alunos, professores e profissionais de quaisquer áreas (em atividade ou não), chamadas BAGUNÇAS DÓCEIS.


O que é isso?
Oficina em módulos variáveis de duração e horário, que oferece formas de soltar e conduzir a criatividade nata que todos têm, abrindo mentes e corações. Para tanto, utilizam-se várias linguagens que incluem desde a contação de histórias ao eloqüente silêncio da mímica. Entre outros recursos, podemos utilizar estímulos musicais, visuais, teatrais, artesanais e pessoais, visando acabar com toda espécie de “ais”, principalmente o famoso “Ai, meu Deus, eu não sei fazer isso!”.
As oficinas são voltadas a seres humanos de qualquer idade. O melhor aproveitamento, porém, no caso de crianças, dá-se em turmas da terceira série em diante. Quanto aos adultos, basta que tenham coração de criança, não importando a série. O número de participantes deverá ser prefixado. A sala, totalmente disponível para a oficina, não permite “espectadores”: caiu na oficina, é peixe — tem de participar! Os apetrechos necessários a cada módulo são apresentados quando das conversações sobre a contratação, já que cada caso é um caso.
Sem moldes de gesso (só de geléia!), não espere repetições do que acontece em um módulo no módulo seguinte. Na contação, por exemplo, podem ser utilizados os seguintes “ingredientes”: sons do corpo, desenhos, representação de esquetes, uso de objetos adequados e/ou instigantes. Os estímulos podem surgir a partir de histórias de várias origens (livros, oralidade, a vida... Sua história também vale!), lendas, mitologias, “causos”, anedotas, poemas, letras de música etc. Outras formas de arte também servem como forma de expressão, tais como tecelagem, colagem, reproduções de quadros, notícias etc. Tudo serve como fio de meada para descobrir atalhos que mudem o rumo do rio. Ou, ao contrário, concluir, felizinho, que você se encontra na corrente certa. E qual é a corrente certa? Aquela que desemboca no mar da vida plena das possibilidades de cada um!
Todos os compromissos deverão ser agendados com antecedência de, pelo menos, 30 dias. Assim, qualquer material que se faça necessário poderá ser providenciado em tempo hábil. Obrigada.
P.S. super importante dirigido às diretora(e)s, professora(e)s, orientadora(e)s, aluna(o)s e freqüentadora(e)s de qualquer tipo de oficina:
Quando termina o encontro, costumam dar um vasinho de flor à ilustre visitante. Galera, flor é show, pura prova de carinho, mas eu gosto mesmo é de coisa de comer. De preferência, chocolate! Repeteco: amo flor, mas flor, gente boa, não se come!
Formação Cabeça, Tronco e Membros
- Oficina Som e Movimento, SESC Teresópolis, 2008. Ministrada pela Bethi Albano, do grupo O Passo.
- Oficina de Danças Indígenas, SESC Teresópolis, 2007. Ministrada pela atriz Daniele Ramalho, do grupo Hombu.
- Oficina de Contação de Histórias, SESC Teresópolis, 2006. Ministrada pelo grupo Os Tapetes Contadores de Histórias.
- Oficina de Banda Vocal, SESC Teresópolis, 2006. Orientada pelo grupo Bombando.
- Oficina de Mímica - Arte do gesto. SESC Teresópolis, RJ, setembro de 2006. Ministrada por Mário Mendes, ator e mímico.
- Oficina de Contação de Histórias. SESC Teresópolis, RJ, setembro de 2005. Ministrada por Maria Clara Cavalcanti, do Grupo Confabulando, e Benita Prieto, do Grupo
Morandubetá.
- Oficina de Som, Pró-Arte de Teresópolis, Rio de Janeiro, 2004. Ministrada pelo Grupo Uakti, de Minas Gerais.
- Oficina de Interpretação da Voz, Salão Paroquial da Igreja do Sagrado Coração de Jesus, Teresópolis, 2004. Ministrada por Ziza Fernandes, cantora, compositora e musicoterapeuta.
- Oficina de Expressão Corporal, SESC Teresópolis, 2004. Ministrada por João Saldanha, coreógrafo e bailarino.
- Oficina de Contação de Histórias FELIZES PARA SEMPRE. Biblioteca Municipal, no período de 2002 a 2003; Espaço Cultural Dionysus, em 2001; Espaço OCA, em 1999, Teresópolis, RJ. Ministrada por Cristina Villaça, mestre em Literatura Brasileira e especialista em Literatura Infantil pela UFRJ.
- Yoga, Academia Orlando Cani, Rio de Janeiro, RJ, 1976.
- Antiginástica, Academia Gerry Maretsky, Rio de Janeiro, RJ, 1975.
- Ballet Clássico, Academia Raquel Levy, Rio de Janeiro, RJ, 1965.
Finalmente (?)...
. Divulgadora e Membro do Conselho Editorial da Editora CODECRI (Linha Infanto-Juvenil), RJ, entre 1982 e 1983.
. Orientadora de Criatividade Infantil em diversas feiras de livros, exposições e demais eventos ligados à LIJ, à convite da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil.
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