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| A AUTORA Flávia Savary, na opinião de:
Chico Alencar
“É impressionante o que vai se passar nesses capítulos: Flávia Savary relata com tanta autenticidade as rotas ousadas e aflitas de Rafael – comuns a tantos jovens de nossa sociedade consumista e individualista – que ficamos com a impressão de que ela mesma experimentou tudo isso. Mas há quem tenha sensibilidade suficiente para “sentir na própria carne” e tomar para si as dores dos outros.” (trecho do texto MAIS FORTE DO QUE AS MORTES, prefácio de AS ESCOLHAS DE RAFAEL, romance, Editora Salesiana, SP, 2007).
Terezinha Éboli
“Nas entrelinhas — segredo do seu talento — com que maturidade você nos surpreende falando de uma humanidade de profundos e belos sentimentos, de místico convívio, de honradez, respeito e solidariedade! Num bem-humorado coloquial, fala de coisas simples como passarinhos cantando, de noites estreladas, de montanhas, diminutas conchas e de tantas outras não tão simples, como Natal, cemitério de aves, “pânico” no Metrô, cortinas rendadas e de tias transbordando ternura. Enfim, de tudo que precisamos para estar de bem com a vida.” (trecho do prefácio de QUERIDO AMIGO, romance, Editora Melhoramentos, SP, 2002).
Olga Savary
“Escritora e artista plástica, / não foi à toa que Flávia / aos três anos de idade / desenhou uma baleia / e uma alegre formiga: / uma é o canto e a outra / é a paixão pelo trabalho.
Eu, que tenho o privilégio / de conhecer a poeta / (que é a própria poesia / aliada ao humor) / desde sempre, a reconheço, / em sua vocação de pássaro, / de formiga e de cigarra / cantando o ar quente da vida.” (trecho do prefácio de VINTE CANTOS DE SEREIA, poesia infantil, Editora Dimensão, MG, 2004).
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Nelly Novaes Coelho
“Presença dinâmica no meio cultural e artístico cultural carioca, Flávia vem desenvolvendo um trabalho fecundo e criativo, que lida com duas formas de expressões básicas: a imagem (desenho, ilustração, pintura) e a palavra (poética ou narrativa), em obras principalmente dirigidas às crianças e adolescentes.” (in DICIONÁRIO CRÍTICO DE ESCRITORAS BRASILEIRAS, Editora Escrituras, SP, 2002, verbete nas páginas 214 e 215).
Joel Rufino dos Santos
“A maneira dessa escritora, por vocação e escolha consciente (o que vai ficando raro no mercado editorial brasileiro), é o enredo de criaturas miúdas e anônimas...Miúdas, anônimas e trabalhadoras. Também isso vai ficando raro na literatura de consumo atual...
Espero que o leitor se sinta, como eu, passageiro das histórias bem contadas (e bem contadas quer dizer de forma sedutora e convincente) por Flávia. Histórias de gente de verdade, não de simulacros.” (trecho da apresentação do livro MENINOS, EU VI!, Editora Salesiana, SP, 2006).
Jaguar
“MENINOS, EU VI! é uma história narrada por um taxista. Estou por dentro, ando de táxi há anos... Flávia escreve bem, melhor que eu e o Ziraldo juntos.” (trecho de comentário sobre MENINOS, EU VI!, um dos contos que compõem o livro MENINOS, EU VI!, Editora Salesiana, SP, 2006).
Clodovis Boff
“Suas poesias são breves, claras e diretas. Traduzem momentos luminosos de experiência espiritual. São "toques" da Graça no íntimo da alma. Você lhes deu a forma da oração (pode a mística não ser a da relação direta com o Tu divino?) e chamou-as de "cartas". Referindo-se a Santo Agostinho, em particular às suas "Confissões", Etty Hillesum, escritora e mística moderna, mais uma jovem judia vítima dos campos de concentração, afirmou: "Na verdade, essas são as únicas cartas de amor que se deveria escrever: cartas de amor a Deus”... (trecho do posfácio de CARTAS AO AMADO, poesia mística, inédito).
(A vinheta que ilustra esta página foi extraída do Boletim Informativo da Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil, só com desenhos da autora. Referência: Volume 14, Número 61, Outubro – Dezembro 1982)
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