Laura Sandroni
A BALEIA AZUL, de Maria Lúcia Amaral, Editora Rio Gráfica, RJ, 1985.
“O traço delicado de Flávia Savary, em tons pastéis, demonstra pesquisa séria dos seres marinhos enriquecendo o volume” (in artigo UMA EDITORA BUSCA O LEITOR JOVEM, página 7, Caderno Jornal de Família, O Globo, RJ, 25/08/1985).
O MENINO QUE ESPIAVA PRA DENTRO, de Ana Maria Machado, Editora Nova Fronteira, RJ, 1983.
“Flávia Savary tem oportunidade de mostrar um trabalho surpreendentemente amadurecido. Em traços delicados e cores pastéis, recria em imagens a realidade e o sonho propostos pelo texto sem, no entanto, prender-se a ele” (in artigo ENTRE O LÚDICO E O DIDÁTICO, Página 3, Caderno Jornal de Família, O Globo, RJ, 26/02/1984).
Fanny Abramovich
DICIONARINHO MALUCO, de Haroldo Maranhão, Editora Rocco, RJ, 1984.
“As ilustrações, em branco e preto, de Flávia Savary são ótimas. Divertidas, cheias de movimento, de expressão de humor, ampliam a palavra, dão um cenário, permitem uma outra leitura...” (in artigo GOLA É O FEMININO DE GOL QUANDO MULHER JOGA FUTEBOL, página 65, Caderno Folha Ilustrada, Folha de São Paulo, SP, 03/03/1985).
Nelly Novaes Coelho
O MENINO QUE ESPIAVA PRA DENTRO, de Ana Maria Machado, Editora Nova Fronteira, RJ, 1983.
“Destaque-se a essencialidade da ilustração de Flávia Savary. Perfeitamente “sintonizada” com a intencionalidade básica do texto, a arte da ilustradora amplia visualmente o contínuo vaivém do menino entre a realidade e o devaneio” (Verbete na página 111).
OS TRÊS CAPETINHAS, de Martha Pannunzio, Editora José Olympio, RJ, 1980.
“Ilustrações divertidas, de Flávia Savary, dialogam com o texto e reforçam a sua intencionalidade” (Verbete na página 802).
(in DICIONÁRIO CRÍTICO DA LITERATURA INFANTIL E JUVENIL BRASILEIRA, Edusp, SP, 1990. Mais verbetes nas páginas 113 e 331)
(A vinheta que ilustra a página foi extraída do Boletim Informativo da FNLIJ (Fundação Nacional do Livro Infantil e Juvenil), todo ilustrado pela autora. Boletim Informativo volume 14, número 61, outubro / dezembro 1982)982)